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Brasil 
Que país é esse?
População quase toda corrupta, onde as leis não são respeitadas. A culpa da bandalheira estabelecida em nosso país, é do  'phoder judiciário brasileiro' , e sem generalizar, são os primeiros a não respeitarem a nossa constituição. Quando aparece um honesto é crucificado. Some do mapa, cala-se! Simples frases publicamente ditas por um honesto como Dr. Joaquim Barbosa, até que ajudaria.
Se o judiciário não funciona o país vira anarquia.
Somos humanos, estamos em evolução, Já imaginou se essa mudança de Era durar 100 mil anos?
 Nossa justiça é administrada por homens 'burros'.
Seria o primeiro poder brasileiro apenas respeitando as instituições e parando de pegar 'migalhas'.
Eu, Pedro Fernandes-alienado parental, Nada vale! É como diz Dona Vilma Fernandes; "nunca ensine tudo que sabe, ou passará de professor a ser aluno!" 
A maioria da população é desonesta, virou simbolo de status, quanto maior o ROUBO, maior são seus seguidores.
O brasileiro é um povo "sem vergonha", e nada se faz, virou moda. 
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quando-voce-esta-por-baixo

Homenagem do blog aos amigos...
"filhos da puta"
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Hoje não estou com “culhão” de textualizar nada com o propósito de agregar conhecimento ou informação a alguém. Aos que procuram este tipo de leitura procurem outro espaço ou vão para merda!



É uma merda pertencer a um mundo patético e sem qualquer sentido lógico meritório, onde escórias humanas lambuzam-se em cifras“ esmerdalhadas” apenas por ostentarem como “virtude” a imoralidade da mediocridade. É uma merda misturar-se a uma sociedade sem tesão, acomodada na mais profunda ignorância, desprovida de perspectivas, que busca como fórmula da “felicidade” o arroz papa e o feijão aguado do dia seguinte como se fosse este um comportamento virtuoso, despida de qualquer compromisso com o todo, sem qualquer compromisso consigo mesma... Desta verdadeira “caganeira” social, junta e misturada, defeca-se o Brasil, que aprendeu a valorizar e aplaudir os que desodorizam merda pelo país afora, até porque tatu cheira tatu e assim segue a vida...


Como falo de “merda”, como falo do povo brasileiro, não posso deixar de falar de política... Se falo de política falo de merda... E não é a toa que a partir dos políticos seus mau cheiros caiu nas graças do povo, que nos dias mais festivos passou a trocar seu sagrado arroz papa e o feijão aguado por uma porção de merda à moda brasileira a ser degustada pós-agradecimentos por seus feitores...
E trouxeram à baila social o uso natural do vocábulo corrupção, imoralidade pública, anti eticidade como um algo tolerável e muitas vezes justo, “aplaudível”, em uma acepção bem peculiar...provável... 
Esses políticos comandam esse país de merda sem que esta merda de sociedade se coce para eliminá-los de seus rabos, pelo contrário, engolem, comem o cocô e arrotam caviar sem saber o gosto que tem... É literalmente um povinho de merda... fazer o quê... 
Este texto não os levou a merda nenhuma, aliás, pensando bem, não foi exatamente merda o que faltou neste meu desabafo...
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Antigamente o vagabundo ia mesmo é pra cadeia e o cidadão era respeitado.
A falta de respeito para com a sociedade tem concorrido para que os bandidos não tenham mais medo da polícia. Hoje quem tem medo da policia é o cidadão.
A cultura popular que estereotipou o policial e especialmente o delegado, como um indivíduo obtuso, useiro e vezeiro no abuso do poder, quando não corrupto, é culpa do Estado e da sociedade.
Como a única coisa que permanece estática é a mudança, algumas pessoas não se aperceberam que o tempo passou e a realidade da Polícia Judiciária hoje é outra, apesar de todas as dificuldades, algumas delas resquícios ainda do Estado ditatorial havido antes de 1988, a polícia tem experimentado uma evolução constante e sedimentada, não só em função dos novos policiais que passaram a integrá-la, mas principalmente daqueles que há décadas lutam e enfrentam toda ordem de adversidades, para realizar com eficiência e eficácia o trabalho absolutamente legal, justo, lúcido e equilibrado que se espera de uma instituição que talha com a honra e a liberdade das pessoas.
Não obstante pontuais circunstâncias detectadas no seio social, contribuírem para que a palavra "respeito" tenha sido quase que volatilizada dos nossos dicionários, ela é uma das principais armas da polícia no desempenho do seu mister.
O cidadão não deve temer a polícia, mas respeitá-la, assim como esta ao cidadão, o respeito difere do medo na medida em que este significa a angústia do espírito e aquele a grandeza da alma.
Achar que um "delegado brabo" vai resolver os problemas da Segurança Pública é algo absurdamente ingênuo.
O medo é feio o respeito é bonito.
O medo é falso o respeito é verdadeiro.
O medo é hediondo o respeito é sublime.
O medo é mesquinho o respeito é generoso.
O medo é desnecessário o respeito fundamental.
O medo é momentâneo o respeito é para sempre.
A percepção dessas nuances pela Polícia e Sociedade, contribuirão para um trabalho de Segurança Pública otimizado, eficaz e humano, porque o medo pressupõe o abuso, mas o respeito denota o cumprimento justo e equilibrado da Lei.
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Mais uma vez o nome de Angélica Fernandes de Oliveira Azevedo entra para a história da Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte.
Sendo uma das duas primeiras mulheres a ingressar na PMRN, ao lado da Tenente Coronel PM Tereza Boggio no ano de 1987, Angélica Fernandes fez história na corporação composta essencialmente por policiais militares masculinos. Naquele ano abriu-se a oportunidade para que mulheres também fizessem parte da Instituição Policial Militar, ingressando, após isso, várias mulheres como praças e oficiais.
Promovida ao posto de Tenente Coronel no ano de 2010, Angélica Fernandes chega ao mais alto posto da corporação no ciclo de oficiais – Coronel “full”, como diz a linguagem castrense.
A (agora) Coronel Angélica foi promovida por requerimento, que ocorre quando se tem, no mínimo, 30 anos de serviço e tenha figurado três vezes em Quadro de Acesso para promoções por merecimento. Contudo, esse tipo de promoção acarreta a consequente transferência para a Reserva Remunerada após o prazo de 90 dias no posto de Coronel PM para o qual tenha sido promovido por requerimento.
Apesar da rápida passagem no posto de Coronel PM na ativa, o nome da primeira Coronel “full” entra para a história da coporação, que atualmente possui um efetivo feminino relativamente pequeno em comparação com as outras polícias, não chegando a 2% do efetivo total da corporação
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